Sinto saudades do seu jeito safado e manhoso ao mesmo tempo, tudo pra conseguir o que quer, e no fim das contas sempre consegue. Sinto falta da sua pegada forte, do seu cheiro, de você puxando o meu cabelo… Das brincadeiras, conversas, e principalmente da paz que você me trazia e trás… Vai fazer muita falta se a gente se afastar um dia, e espero que esse dia nunca chegue realmente.
- Madrugadas de Insonia
”
Ele mexe comigo, esse garoto. Sempre. É sua única desvantagem. Ele pisoteia meu coração. Ele me faz chorar.
A Menina que Roubava Livros. (via fixness)
(Source: artitud, via doce-sacrificio)
(via prisioneiro-da-morte)
”
Eu não, simplesmente estou aqui. De vez em quando sujo, entediado, agressivo, mal-humorado, triste, calado e chato. Mas aqui.
Gabito Nunes. (via autografia)
(Source: alcooltecimentos, via autografia)
”
Hoje choveu.
Hoje choveu.
Uma chuva com
relâmpagos e trovoadas
e eu comparei aquela chuva
com minha alma,
gritando desesperada,
jorrando lagrimas
pra todos os lados.
Pensei que se chorasse
talvez lavasse a alma,
E quem sabe ficasse mais
leve para que um dia voar.
A chuva também é das minhas lagrimas. (via nevou)
(Source: s0litarius, via nevou)
(via i-you-error)
(via i-you-error)
Acredite: Se eu quiser, eu consigo ser a pessoa mais fria que você já viu.
(Source: maldades-de-uma-garota, via nevou)
”
Todos os dias, uma rotina interminável. Ela acordava, colocava cinco minutinhos a mais no despertador. Levantava, meio zonza. Ia até o banheiro lavar o rosto, sua expressão cansada… E ficava pior em todas as manhãs de segunda-feira. Pegava as chaves, passava na maquina de café e pegava logo um copaço. Sabia que a cafeina não iria resolver nada, mas ajudaria aguentar mais um dia de porre na empresa. Respirava fundo, entrava no escritório e fazia seu serviço, igualzinho, todos os dias. Inclusive os funcionários chatos e o chefe que reclamava de dez em dez minutos. Era uma enxaqueca insuportável, não que ela tinha a tal doença, mas parecia ter adquirido de tanto estresse. Sentia falta de quando sua vida fazia sentido, mesmo não lembrando quando foi a ultima vez que alguma coisa fez sentido. Não se lembrava mais como era um sorriso espontâneo. Há meses, quem sabe a anos, não via os antigos amigos. Se sentia sozinha e vazia. Pensou em tirar uma férias, talvez o vazio que sentia, não era um vazio qualquer. Talvez era só estresse e o cansaço. Mesmo depois de dois meses, acordando ao meio-dia e comendo porcarias o dia todo, ainda sentia o tal ”vazio”. Não entendia o motivo, sendo que, ela já estava bem descansada… Um dia, indo a um barzinho por perto, encostou no balcão e fez seu pedido.
Todos os dias, uma rotina interminável. Ela acordava, colocava cinco minutinhos a mais no despertador. Levantava, meio zonza. Ia até o banheiro lavar o rosto, sua expressão cansada… E ficava pior em todas as manhãs de segunda-feira. Pegava as chaves, passava na maquina de café e pegava logo um copaço. Sabia que a cafeina não iria resolver nada, mas ajudaria aguentar mais um dia de porre na empresa. Respirava fundo, entrava no escritório e fazia seu serviço, igualzinho, todos os dias. Inclusive os funcionários chatos e o chefe que reclamava de dez em dez minutos. Era uma enxaqueca insuportável, não que ela tinha a tal doença, mas parecia ter adquirido de tanto estresse. Sentia falta de quando sua vida fazia sentido, mesmo não lembrando quando foi a ultima vez que alguma coisa fez sentido. Não se lembrava mais como era um sorriso espontâneo. Há meses, quem sabe a anos, não via os antigos amigos. Se sentia sozinha e vazia. Pensou em tirar uma férias, talvez o vazio que sentia, não era um vazio qualquer. Talvez era só estresse e o cansaço. Mesmo depois de dois meses, acordando ao meio-dia e comendo porcarias o dia todo, ainda sentia o tal ”vazio”. Não entendia o motivo, sendo que, ela já estava bem descansada… Um dia, indo a um barzinho por perto, encostou no balcão e fez seu pedido.
— Um café, por favor.
— Cafeina não resolve. — Disse um cara encostado no fundo do balcão.
— Como é?
— Desculpa falar assim, mas venho reparando em você. Moro no apartamento ao lado, eu não queria que nosso primeiro encontro fosse assim. Mas já que aconteceu… — Disse dando uma risada abafada.
— Primeiro encontro? Você está brincando comigo né?
— Ei, fica aqui. Me desculpa ter chegado assim, nem disse meu nome.
— Não importa.
— Você não me conhece, e pelo jeito não quer me conhecer. Mas só me escuta? Um minuto?
— Tudo bem, seja rápido.
— Te acho linda, quando você sai atrasada com o cabelo bagunçado, correndo pelas escadas abaixo. Você não olha pra ninguém, e nem deixa que ninguém se aproxime de você. Você pediu férias, e viu que o cansaço não passou. Talvez porque você não tenha cansado fisicamente, e sim emocionalmente. Não vejo um sorriso no seu rosto a tempos, e eu não posso esquecer de mencionar que ele é lindo. Tento te dar um bom dia a meses, mas você é meio incomunicável né?
— Você é um detetive, ou algo do tipo? — Disse rindo.
— Sou “algo do tipo”. E agora, me da uma chance pra começarmos de novo nosso primeiro encontro?
— É claro, qual seu nome?
(Eles riem)
Abra os olhos pra quem está ao seu lado e te quer bem (promisse)